When I was growing up, I was always afraid of the monsters under my bed.
Sometimes I could see them, in the middle of the night, standing on my bedroom’s threshold, with wolfish faces, red eyes and full-teeth venomous smiles. Sometimes I could only listen to them, whispering threats to my ears.
After some time, they were gone.
One day at school, I got in the middle of a spiritual joke. It involved a board, a pen and a group of cool teens, that wanted to mess with spirits.
We played, we saw the pen moving, but I was soon chosen to hold the pen. They said I was “special and sensitive”. The worst thing that happened was that I actually felt the bloody pen moving under my hand, pulling my arm and moving in lots of directions. When we finished, one guy said he saw the spirit had “stayed” with one of the girls. I really saw she was different, kind of sad and paler.
So the monsters came back. Not like monsters, but like shades and shadows, human-shaped, almost transparent and silent. They walked silently in the streets; no one seemed to see them as I saw. They tried to hang out with me, but my mom had a thing called “prayer”. They didn’t like it.
One day, they started to bother me. They showed me nightmares, far visions, awful stories of dying and evil people. Even in the middle of classes at school! There was this masked one that kept annoying me at my Chemistry class and went to my home later. I started praying with my mom and my sight opened.
Months passed and I started to see bright lights and sparks, glowing people and good smelling souls. Some people had bad smelling souls and did not glow at all.The black shades hated me and tried to scary me again. But when I prayed and sang, a curtain of gilded rain would be formed between me and the shades. I saw brilliant ones singing and fighting. It was beautifully fearsome.
This became my life. Day after day I could see heavenly fights and the way angels and spiritual beings moved. It was awesome, scary, lovely and hard to live with: responsibility and power. But it also brought me the most valuable gift I ever had: the power to look at someone’s face and feel when they need a hug, a kiss or a new perspective of life.
Why do I have the sight of a non-material world?
The smells no one else could notice, from roses to rotten burnt flesh…
The low whispers and high songs…
People are afraid of what they cannot understand. Worse: they call you a liar.
I could never ever talk about this to anyone but the people who were like me. They also saw and felt this invisible world. We could share our experiences among ourselves and give support to one another. We, who have the sight, have to manage it among ourselves and hope people won’t notice what we do, because what we do is considered madness among the rational ones.
What we do is our secret, to be well kept, safe and never abandoned. I’m happy with it.
The monsters never came back.
DaniihClarice
That's my space. Enjoy it!
domingo, 23 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Thinking about Assassins Creed... I came up with this
One, two, I walk faster than I should
Three, no one seems to see
Four, five, I still have time to hide
Six, seven, breathe! I hear the first scream
Eight, nine, ten, there are some people around them
Eleven, twelve, thirteen, I take my knives and clean
Fourteen, fifteen, sixteen, the blood is sticky on my skin
Seventeen, eighteen, they deserved it, they were despicable human beings
Nineteen, twenty, twenty-one, twenty-two, I turn the corner and they don’t have a clue
Twenty-three, twenty-four, that’s why I’m paid for
Twenty-five, six, seven, eight, nine
Thirty targets out of crime.
Three, no one seems to see
Four, five, I still have time to hide
Six, seven, breathe! I hear the first scream
Eight, nine, ten, there are some people around them
Eleven, twelve, thirteen, I take my knives and clean
Fourteen, fifteen, sixteen, the blood is sticky on my skin
Seventeen, eighteen, they deserved it, they were despicable human beings
Nineteen, twenty, twenty-one, twenty-two, I turn the corner and they don’t have a clue
Twenty-three, twenty-four, that’s why I’m paid for
Twenty-five, six, seven, eight, nine
Thirty targets out of crime.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
A Igreja e o Homossexualismo
Existe ainda no meio cristão um certo “pisar em ovos”, quando o assunto é HOMOSSEXUALISMO. Vivemos em um mundo em constante adaptação para a melhoria de vida. Quanto mais adaptações, menos atribulada fica a convivência em sociedade. Mas devemos ser cautelosos quando essas “adaptações” implicam em abrir mão de princípios bíblicos.
Um grande problema que a Igreja enfrenta hoje é a falta de um posicionamento firme e consciente a respeito desse assunto. E quando digo firme, o falo para saber como agir, e não para condenar. Alguns líderes adotam o discurso condenatório, outros aceitam tudo cegamente em prol do crescimento numérico da congregação e outros líderes simplesmente não acham nada, são indiferentes a essa realidade e fingem que nada veem. A Igreja de Cristo precisa ter uma opinião bem formada e agir de acordo, repassando esses valores para a juventude, a qual cresce bem no meio do fogo cruzado onde, diante da sociedade, o homossexualismo é tratado como uma diferença aceitável e uma opção disponível a todos os que tiverem interesse.
Paulo escreveu sobre o assunto na época e local onde o homossexualismo era amplamente aceito e até recomendado. Desde bem antes de Paulo, entre as culturas não cristãs (Roma, Grécia e outros), o homossexualismo entre homens era considerado um relacionamento puro, verdadeiro, intelectual; as mulheres não passavam de seres para procriar. Em alguns cultos a deuses pagãos incluíam o ato sexual como a mais forte oferenda entre seus adeptos, estendendo assim o comportamento sexual a várias práticas com finalidades puramente carnais.
Como o cristianismo consiste em aprofundar o relacionamento entre Deus e os homens, toda e qualquer prática que atrapalhe esse relacionamento é fortemente condenada.
Por exemplo, a mentira. As pessoas aprenderam a conviver com a possibilidade de mentir para evitarem situações desagradáveis. Apesar de constituir algo bem simples, uma mentirinha nada mais é do que a fuga de uma responsabilidade. Sendo assim, cada mentira reflete a vontade do falante em não assumir as consequências de uma situação. Em longo prazo, essa prática pode afetar a credibilidade de uma pessoa, a atrapalhando em relacionamentos pessoais, profissionais, emocionais, etc.
Quando falamos de relacionamento entre Deus e os homens, precisamos ter consciência da diferença entre a Lei dos Homens e a Lei de Deus.
Antigamente, a Lei dos Homens era baseada nos princípios do relacionamento que Deus desejava que os homens tivessem entre si (ver Deuteronômio). Mas com o afastamento espontâneo dos homens, as leis sociais foram sendo instituídas com a exclusão do divino para atender as necessidades diversas do convívio em sociedade.
A Lei de Deus consiste em várias orientações e recomendações de como o servo de Deus deve agir, pensar, se expressar (entre outros) para fortalecer e aprofundar seu relacionamento com Deus; como agir socialmente, como lidar com o próximo, como dominar a natureza humana e alimentar a natureza espiritual; há palavras de conforto, de repreensão, etc. Tudo para o amadurecimento do relacionamento humano com Deus, através de todas as áreas da vida de uma pessoa.
A Lei dos Homens foca em manter leis que garantam direitos, deveres, organização e nivelação entre todos os indivíduos para a busca de uma convivência harmoniosa entre todos, independentemente das diferenças individuais.
Em Mateus 5: 17-20, Jesus fala que veio não para revogar a lei, e sim para cumpri-la. Essa lei é a Lei de Deus, profetizada há muito tempo atrás. Mas Jesus também estava submetido à Lei dos Homens, já que assumiu a forma humana. Jesus pagou impostos(Mt17:24-27), falou sobre o servo ser fiel ao seu senhor (não só no sentido espiritual, mas também no sentido humano, Lc 12:42-48); Paulo falou sobre o respeito às lideranças(Rm 13), entre outros assuntos de cunho social, como a proteção dos órfãos e viúvas(Paulo:1 Tm5:3-7/ Tiago Tg 1:27), que eram desamparados socialmente, já que a figura masculina era a base da sociedade judaica.
A Lei de Deus, para os cristãos, é soberana. Mas ela NÃO EXCLUI a Lei dos Homens.
A Lei dos Homens vigora, mas NÃO É SUPERIOR A LEI DE DEUS.
O equilíbrio entre essas duas leis é essencial para o cristão.
Baseando-se então na Lei dos Homens, o homossexualismo:
• Socialmente não é visto como um desvio de conduta;
• Moralmente aceito: as pessoas têm o direito de se relacionarem com quem quiserem;
• Não constitui defeito de caráter.
É um comportamento socialmente aceitável já que o indivíduo age como ser social, trabalha, estuda, paga impostos, possui ética, credibilidade, profissionalismo, ou seja, é um cidadão comum. Portanto possui os mesmos direitos e deveres.
Diante da sociedade, essa é a lei que impera.
Baseando-se na Lei de Deus, o homossexualismo:
• Foge do plano original de Deus para a Família (homem-mulher) Gn 2:23-24;
• Foge ao milagre da criação e reprodução; Gn 3: 15-20
• Quebra a hereditariedade e a divisão dos genes de pais para filhos; Gn4:1-2
• Destrói a simbologia CRISTO + NOIVA (Igreja); Ef 5:25,27/Ap 19:7-9; 21:2-3/ Ez 16:8-14/Cantares;
• Os praticantes tem o relacionamento com Deus quebrado, impossibilitando assim a continuação do relacionamento na eternidade (Isaías 59).
O casamento entre homem e mulher é, para os cristãos, uma forte simbologia do relacionamento de Deus com os homens. O casamento foi a primeira instituição levantada por Deus, onde a força da intimidade física era apenas um leve reflexo da força que a intimidade entre Deus e os homens deveria possuir. A entrega total, a exclusividade, a confiança.
Sendo Deus um ser espiritual, essa representação de CRISTO+ NOIVA, possui grande importância para o relacionamento de Deus conosco. Para a sociedade, essa simbologia não passa de um costume religioso discriminativo.
Então, como o cristão deve se posicionar diante dessa realidade que enfrentamos diariamente sem ferir o princípio bíblico do amor ao próximo e sem abrir mão dos princípios cristãos?
1. Amar ao próximo: Amar significa compreender, ouvir, orar, tratar como gostaria de ser tratado, se compadecer, respeitar e muito mais. MAS NÃO IMPLICA EM CONCORDAR COM TUDO O QUE O OUTRO FAZ, PENSA OU DIZ. O cristão deve agir como um cristão, independentemente de concordar ou não com a opção sexual de uma pessoa. O amor ao próximo é mandatório.
2. Nunca comprometa sua FÉ: Devemos cuidar uns dos outros. Manter o amor ao próximo, mas deixar bem claro que temos princípios e valores embasados na Lei de Deus. Amamos ao próximo, mas fugimos de qualquer coisa que atrapalhe nosso relacionamento com Deus.
Respeite o direito do próximo, mas se ele/ela perguntar o porquê, não minta. Acreditamos que o homossexual pode ser uma pessoa comum e até perfeita diante da sociedade (já que eles precisam se esforçar mais para provar seu valor); mas diante de Deus, por motivos espirituais, o relacionamento Deus-Homem é quebrado.
Portanto, todo aquele que desejar ter um verdadeiro relacionamento com Deus, deverá de submeter à Lei de Deus por completo (ou viver tentando, como todos nós meros mortais vivemos tentando; todos pecam e carecem da graça de Deus; ninguém é perfeito!).
Mas se uma pessoa não se importa nem procura ter um relacionamento com Deus aqui na terra (onde tudo é mais difícil e sofrido), essa pessoa não precisará se preocupar em ter um relacionamento com Deus na eternidade. Se você não consegue viver com Deus aqui, para quê você vai querer passar a eternidade com Ele???
Mas acima de tudo, exercer o amor ao próximo deveria ser o foco de todos os cristãos. Cada cristão deve ser uma lâmpada, um amparo, um testemunho do que Jesus fez e ainda faz: todos precisam ser alcançados pelo amor de Deus. Ainda que as pessoas não entendam, o amor de Deus constrange qualquer pessoa, e não é por força, mas apenas pelo Espírito Santo de Deus que vidas podem ser transformadas.
Cada um escolhe o caminho que quer seguir, então se uma pessoa conhece o amor de Deus, entra em contato com esse amor e ainda assim escolhe não se entregar a Deus... A única coisa que podemos fazer é orar. Deus não escraviza ninguém a servi-lo, Deus nos liberta para que escolhamos servi-lo puramente por AMOR.
Um grande problema que a Igreja enfrenta hoje é a falta de um posicionamento firme e consciente a respeito desse assunto. E quando digo firme, o falo para saber como agir, e não para condenar. Alguns líderes adotam o discurso condenatório, outros aceitam tudo cegamente em prol do crescimento numérico da congregação e outros líderes simplesmente não acham nada, são indiferentes a essa realidade e fingem que nada veem. A Igreja de Cristo precisa ter uma opinião bem formada e agir de acordo, repassando esses valores para a juventude, a qual cresce bem no meio do fogo cruzado onde, diante da sociedade, o homossexualismo é tratado como uma diferença aceitável e uma opção disponível a todos os que tiverem interesse.
Paulo escreveu sobre o assunto na época e local onde o homossexualismo era amplamente aceito e até recomendado. Desde bem antes de Paulo, entre as culturas não cristãs (Roma, Grécia e outros), o homossexualismo entre homens era considerado um relacionamento puro, verdadeiro, intelectual; as mulheres não passavam de seres para procriar. Em alguns cultos a deuses pagãos incluíam o ato sexual como a mais forte oferenda entre seus adeptos, estendendo assim o comportamento sexual a várias práticas com finalidades puramente carnais.
Como o cristianismo consiste em aprofundar o relacionamento entre Deus e os homens, toda e qualquer prática que atrapalhe esse relacionamento é fortemente condenada.
Por exemplo, a mentira. As pessoas aprenderam a conviver com a possibilidade de mentir para evitarem situações desagradáveis. Apesar de constituir algo bem simples, uma mentirinha nada mais é do que a fuga de uma responsabilidade. Sendo assim, cada mentira reflete a vontade do falante em não assumir as consequências de uma situação. Em longo prazo, essa prática pode afetar a credibilidade de uma pessoa, a atrapalhando em relacionamentos pessoais, profissionais, emocionais, etc.
Quando falamos de relacionamento entre Deus e os homens, precisamos ter consciência da diferença entre a Lei dos Homens e a Lei de Deus.
Antigamente, a Lei dos Homens era baseada nos princípios do relacionamento que Deus desejava que os homens tivessem entre si (ver Deuteronômio). Mas com o afastamento espontâneo dos homens, as leis sociais foram sendo instituídas com a exclusão do divino para atender as necessidades diversas do convívio em sociedade.
A Lei de Deus consiste em várias orientações e recomendações de como o servo de Deus deve agir, pensar, se expressar (entre outros) para fortalecer e aprofundar seu relacionamento com Deus; como agir socialmente, como lidar com o próximo, como dominar a natureza humana e alimentar a natureza espiritual; há palavras de conforto, de repreensão, etc. Tudo para o amadurecimento do relacionamento humano com Deus, através de todas as áreas da vida de uma pessoa.
A Lei dos Homens foca em manter leis que garantam direitos, deveres, organização e nivelação entre todos os indivíduos para a busca de uma convivência harmoniosa entre todos, independentemente das diferenças individuais.
Em Mateus 5: 17-20, Jesus fala que veio não para revogar a lei, e sim para cumpri-la. Essa lei é a Lei de Deus, profetizada há muito tempo atrás. Mas Jesus também estava submetido à Lei dos Homens, já que assumiu a forma humana. Jesus pagou impostos(Mt17:24-27), falou sobre o servo ser fiel ao seu senhor (não só no sentido espiritual, mas também no sentido humano, Lc 12:42-48); Paulo falou sobre o respeito às lideranças(Rm 13), entre outros assuntos de cunho social, como a proteção dos órfãos e viúvas(Paulo:1 Tm5:3-7/ Tiago Tg 1:27), que eram desamparados socialmente, já que a figura masculina era a base da sociedade judaica.
A Lei de Deus, para os cristãos, é soberana. Mas ela NÃO EXCLUI a Lei dos Homens.
A Lei dos Homens vigora, mas NÃO É SUPERIOR A LEI DE DEUS.
O equilíbrio entre essas duas leis é essencial para o cristão.
Baseando-se então na Lei dos Homens, o homossexualismo:
• Socialmente não é visto como um desvio de conduta;
• Moralmente aceito: as pessoas têm o direito de se relacionarem com quem quiserem;
• Não constitui defeito de caráter.
É um comportamento socialmente aceitável já que o indivíduo age como ser social, trabalha, estuda, paga impostos, possui ética, credibilidade, profissionalismo, ou seja, é um cidadão comum. Portanto possui os mesmos direitos e deveres.
Diante da sociedade, essa é a lei que impera.
Baseando-se na Lei de Deus, o homossexualismo:
• Foge do plano original de Deus para a Família (homem-mulher) Gn 2:23-24;
• Foge ao milagre da criação e reprodução; Gn 3: 15-20
• Quebra a hereditariedade e a divisão dos genes de pais para filhos; Gn4:1-2
• Destrói a simbologia CRISTO + NOIVA (Igreja); Ef 5:25,27/Ap 19:7-9; 21:2-3/ Ez 16:8-14/Cantares;
• Os praticantes tem o relacionamento com Deus quebrado, impossibilitando assim a continuação do relacionamento na eternidade (Isaías 59).
O casamento entre homem e mulher é, para os cristãos, uma forte simbologia do relacionamento de Deus com os homens. O casamento foi a primeira instituição levantada por Deus, onde a força da intimidade física era apenas um leve reflexo da força que a intimidade entre Deus e os homens deveria possuir. A entrega total, a exclusividade, a confiança.
Sendo Deus um ser espiritual, essa representação de CRISTO+ NOIVA, possui grande importância para o relacionamento de Deus conosco. Para a sociedade, essa simbologia não passa de um costume religioso discriminativo.
Então, como o cristão deve se posicionar diante dessa realidade que enfrentamos diariamente sem ferir o princípio bíblico do amor ao próximo e sem abrir mão dos princípios cristãos?
1. Amar ao próximo: Amar significa compreender, ouvir, orar, tratar como gostaria de ser tratado, se compadecer, respeitar e muito mais. MAS NÃO IMPLICA EM CONCORDAR COM TUDO O QUE O OUTRO FAZ, PENSA OU DIZ. O cristão deve agir como um cristão, independentemente de concordar ou não com a opção sexual de uma pessoa. O amor ao próximo é mandatório.
2. Nunca comprometa sua FÉ: Devemos cuidar uns dos outros. Manter o amor ao próximo, mas deixar bem claro que temos princípios e valores embasados na Lei de Deus. Amamos ao próximo, mas fugimos de qualquer coisa que atrapalhe nosso relacionamento com Deus.
Respeite o direito do próximo, mas se ele/ela perguntar o porquê, não minta. Acreditamos que o homossexual pode ser uma pessoa comum e até perfeita diante da sociedade (já que eles precisam se esforçar mais para provar seu valor); mas diante de Deus, por motivos espirituais, o relacionamento Deus-Homem é quebrado.
Portanto, todo aquele que desejar ter um verdadeiro relacionamento com Deus, deverá de submeter à Lei de Deus por completo (ou viver tentando, como todos nós meros mortais vivemos tentando; todos pecam e carecem da graça de Deus; ninguém é perfeito!).
Mas se uma pessoa não se importa nem procura ter um relacionamento com Deus aqui na terra (onde tudo é mais difícil e sofrido), essa pessoa não precisará se preocupar em ter um relacionamento com Deus na eternidade. Se você não consegue viver com Deus aqui, para quê você vai querer passar a eternidade com Ele???
Mas acima de tudo, exercer o amor ao próximo deveria ser o foco de todos os cristãos. Cada cristão deve ser uma lâmpada, um amparo, um testemunho do que Jesus fez e ainda faz: todos precisam ser alcançados pelo amor de Deus. Ainda que as pessoas não entendam, o amor de Deus constrange qualquer pessoa, e não é por força, mas apenas pelo Espírito Santo de Deus que vidas podem ser transformadas.
Cada um escolhe o caminho que quer seguir, então se uma pessoa conhece o amor de Deus, entra em contato com esse amor e ainda assim escolhe não se entregar a Deus... A única coisa que podemos fazer é orar. Deus não escraviza ninguém a servi-lo, Deus nos liberta para que escolhamos servi-lo puramente por AMOR.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Tempo?
Uma das coisas que eu mais amo fazer é escrever. Compor, cantar, criar, sonhar... Faz parte da minha própria existência. Mas de vez em quando eu me perco pelas atividades costumeiras como arrumar a casa, ir para a faculdade, estudar...
O tempo passa, corre, escorre, se esconde, pára, faz tudo menos voltar. Esse menino teimoso que sempre desobedece às nossas ordens. Passa muito devagar quando nós precisamos que ele corra e simplesmente teletransporta os ponteiros do relógio quando estamos fazendo algo gostoso. Fico pensando até quando ele vai continuar a brigar comigo e percebo que perco tempo demais pensando no tempo.
As vezes tentar entender o que acontece com as coisas ao nosso redor nos rouba muito desse menino e nem percebemos o tanto que ele já cresceu e o quanto ele está independente das nossas vontades. Não interessa o que tenhamos planejado para o seu futuro, ele toma as próprias decisões e acaba nos assustando com sua ousadia.
Menino ingrato...
Sua adolescência eterna me preocupa e me tira o sono.
Mas depois de criá-lo, educá-lo... Temos que deixá-lo ir...
O tempo passa, corre, escorre, se esconde, pára, faz tudo menos voltar. Esse menino teimoso que sempre desobedece às nossas ordens. Passa muito devagar quando nós precisamos que ele corra e simplesmente teletransporta os ponteiros do relógio quando estamos fazendo algo gostoso. Fico pensando até quando ele vai continuar a brigar comigo e percebo que perco tempo demais pensando no tempo.
As vezes tentar entender o que acontece com as coisas ao nosso redor nos rouba muito desse menino e nem percebemos o tanto que ele já cresceu e o quanto ele está independente das nossas vontades. Não interessa o que tenhamos planejado para o seu futuro, ele toma as próprias decisões e acaba nos assustando com sua ousadia.
Menino ingrato...
Sua adolescência eterna me preocupa e me tira o sono.
Mas depois de criá-lo, educá-lo... Temos que deixá-lo ir...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Verdades Simples: O tempero da Ousadia.
As palavras de um servo de Deus são como um óleo. Podem mudar a textura, aromas, cores... Seu escorrer sobre as vidas sempre compartilha uma sensação única.
As igrejas, de certa forma, são produtoras desse óleo. O óleo bom, puro, necessário para a manutenção da vida, da chama. Jesus derrama o óleo e as igrejas o distribui.
Algumas pessoas gostam de bater na porta de Jesus pela madrugada. Jesus se alegra tanto com esse encontro que separa um óleo novo, especial, para esse amigo. Um óleo exclusivo. Uma safra especial e reservada para os mais íntimos. É um óleo que deve ser misturado ao óleo que a igreja proveu. Essa mistura resulta em um óleo tão excelente que o seu uso deve ser moderado; um uso específico. E assim nascem novos cheiros e cores, a diversidade da multiforme ação de Deus. Algo tão simples.
Deus age na simplicidade. Para ser íntimo, basta chamar, procurar ou ir ao encontro dEle. Jesus espera com alegria o bater na porta; e os óleos já estão preparados.
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